25.2.06

 
Doías, por que não vinhas?
Esperei-te a tarde inteira,
Da janela ao pé da porta.
Dá-me um abraço suado

Com gosto de cheiro do mato
(de terra molhada da chuva caindo).
Prolonga o prazer por mais uns dias
Entre os que dançam, que luam

junto com os focos da rua,
junto com os goles nas pernas
deitadas nuas na rede.

!

ser o eixo do compasso
que une o ponto de apoio
ao traço
e circunscreve o ponto.

!

Se eu pudesse em teus ouvidos
Desejar palavras boas
Quais seriam
As tais e tolas
Que seriam aos meus sentidos
Por entre estar em tuas loas.

!

se toca fosse
chamego
viveria lambendo
suas entranhas:
e elas são.

!

sacro prédio
sacrilégio
saco médio
saquibanda
zás-cri-cri
sacro anseio
sacro ensejo
saco-délico-psiu.
saco à mil.
(do verbo
que saco!)

Comments: Postar um comentário



<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?